Livros › 09/12/2016

Zen e as aves de rapina (Cultrix, 1995)

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Thomas Merton – que morreu em Bangkok, na Tailândia, em 1968 – é reconhecido internacionalmente como possuidor de uma dessas raras mentes ocidentais inteiramente familiarizadas com a experiência asiática, Nesta coleção de ensaios, ele escreveu sobre complexos conceitos asiáticos com uma franqueza bem ocidental. Um dos motivos dessa sua habilidade em fazê-lo não se deve apenas ao fato de ele ter estudado o Budismo, mas ao fato de tê-lo assimilado por empatia e participação ativa, sem abandonar sua condição de sacerdote e monge trapista.

Como seu amigo D. T. Suzuki, Merton acreditava que deve haver um pouco de Zen em toda experiência criativa e espiritual autentica. O estudo do Zen não é o estudo de uma doutrina, e muito menos uma polêmica sobre princípios religiosos definitivos. Trata-se, simplesmente, de uma tentativa de alcançar o campo da experiência pura, direta, subjacente a todo pensamento e atividade criativos.

Os ensaios de Merton abordam essa experiência através da arte e da filosofia japonesas (Kitaro Nishida), do Zen de Suzuki e dos próprios mestres clássicos do Zen. O diálogo entre Merton e Suzuki (“A sabedoria do vazio”) analisa as várias coincidências entre o misticismo cristão e o Zen. A primeira edição deste livro foi publicada no Brasil pela Editora Civilização Brasileira em 1972.

Ainda pode ser encontrado em sebos.

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